sexta-feira, 7 de março de 2008



Baleia-de-bico-de-garrafa

Baleia-de-bico-de-garrafa
Baleia-de-bico-de-garrafa
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Nome científico: Hyperoodon ampullatus

Outros nomes
Botinhoso

Distribuição
As baleias-de-bico-de-garrafa podem ser encontradas principalmente nas zonas de águas profundas do Atlântico Norte, embora se registem avistamentos ocasionais até à latitude das ilhas de Cabo Verde.

Apesar de não haver garantias, está a ser estudada a possibilidade de haver grupos residentes destes animais em redor das ilhas do Açores e não estarem de passagem, como até agora se pensava, o que alteraria significativamente o que se sabe sobre os hábitos destes animais.

Alimentação
A base da alimentação destas baleias são os cefalópodes, principalmente lulas e chocos, e ocasionalmente peixes.

Estado de conservação
Até meados dos anos 90, a espécie foi considerada vulnerável. Neste momento, contudo, o seu estado de conservação é pouco preocupante, dado nos últimos anos se ter sentido um pequeno, mas seguro, aumento do número destes animais.

Gestação e maturidade sexual
A maturidade sexual desta espécie acontece após os 7 anos para as fêmeas, e mais 2 ou 3 anos para os machos.
O tempo de gestação nesta espécie é de cerca de um ano, findo o qual nasce quase sempre apenas uma cria.

Tamanho
Os machos desta espécie podem atingir os 9,5 metros e pesar até 7 toneladas, e as fêmeas os 8,5 metros e as 5 toneladas.

Longevidade
Estimada em 40 anos.







Cachalote

Cachalote
Cachalote
© Swiss Cetacean Society
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Nome científico: Physeter macrocephalus

Distribuição
Os cachalotes podem ser encontrados em todos os oceanos do mundo, evitando contudo as águas mais frias, junto dos círculos polares.
Prefere águas profundas e límpidas, já que nos seus mergulhos em busca de comida gosta de descer a grandes profundidades por longos períodos.

Alimentação
A base da alimentação destas baleias são os cefalópodes, principalmente lulas, polvos e chocos, e ocasionalmente peixes.

Estado de conservação
Está, desde meados dos anos 90, em estado considerado vulnerável.

Gestação e maturidade sexual
A gestação nos animais desta espécie dura cerca de 540 dias, 18 meses, findos os quais nasce uma cria.

Tamanho
Os cachalotes macho podem atingir os 18 a 20 metros e pesar até 70 toneladas, as fêmeas raramente ultrapassam os 12 metros e podem pesar até 40 toneladas.

Longevidade
Os animais desta espécie podem viver até perto dos 80 anos.








Foca-de-crista

Foca-de-crista
Foca-de-crista
© OBIS-SEAMAP
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Nome científico: Cystophora cristata

Distribuição
Estes animais habitam as terras geladas e as águas frias em torno do Círculo Polar Ártico, com grades comunidades no Canadá, Alasca, Labrador, Rússia e Gronelândia. Podem ainda ser encontradas com alguma frequência nas costas da Islândia.

Ocasionalmente, fazem migrações pelo Oceano Atlântico em grupos familiares. Com alguma frequência são referenciados alguns avistamentos de animais desta espécie perto das ilhas portuguesas dos Açores e Madeira, ou ainda nas águas cálidas das Caraíbas.
Por vezes, aparecem animais feridos, demasiados fracos ou demasiado jovens para seguirem viagem, em praias europeias com costa atlântica. A grande maioria é recolhida, tratada e enviada de volta à liberdade em zonas onde haja comunidades de animais desta espécie.

Alimentação
A base da alimentação das focas-de-crista consiste em peixes, crustáceos, e cefalópodes.
Estes animais são conhecidos por fazerem mergulhos longos e prolongados em busca de alimento, estimando-se que possam ir até aos 1000 metros de profundidade e possam suster a respiração por cerca de 50 minutos.

Estado de conservação
Apesar de serem caçadas em alguns locais para lhes ser retirada a pele, estima-se que existam cerca de 650.000 animais desta espécie, número que se tem mantido constante, pelo que o seu estatuto é considerado seguro.

Gestação e maturidade sexual
A maturidade sexual destes animais acontece, para as fêmeas, por volta dos 3 a 6 anos, enquanto nos machos acontece entre os 5 e os 7 anos. Este factor está relacionado com o seu peso, sendo de cerca de 75 kg para os machos, e 50 kg para as fêmeas, costumando estes pesos ser atingidos dentro dos parâmetros temporais apresentados em cima.

Reprodução
A gestação das focas dura no máximo 11,5 meses, podendo não ir além dos 8,5 meses. Nasce quase sempre apenas uma cria, os partos múltiplos são muito raros.

Tamanho
Os machos desta espécie atingem os 3,0 metros e podem pesar 400 kg, e as fêmeas raramente ultrapassam os 2,4 metros e os 220 kg

Longevidade
A esperança de vida destes animais é de 35 anos, em liberdade, sendo que em cativeiro podem viver durante mais algum tempo.






Golfinho

Golfinho
Golfinho
© Oliver Boisseau (University of Otago)
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Nome científico: Tursiops truncatus

Distribuição
Os Roazes-corvineiros ou golfinhos-roazes podem ser encontrados em todos os mares temperados do mundo, parecendo só evitar as frias águas mais perto do polos.

Em portugal continental
Ao longo da Costa Portuguesa, é possível encontrar algumas espécies destes animais com alguma facilidade. No entanto, a única colónia permanente que existe é unicamente composta por Roazes-Corvineiros, e vive no estuário do Sado. Este grupo, composto por cerca de 40 elementos, começa a sentir algumas dificuldades de sobrevivência, já que grande número de crias não consegue sobreviver para além das primeiras semanas. Julga-se que o principal factor desta grande mortalidade de juniores é o elevado nível de poluição do rio Sado.
Os insecticidas utilizados na agricultura podem também ser a causa destas mortes.

Esta colónia é monitorizada em permanência, pelo que se espera, a longo prazo, maior colaboração e bons resultados deste trabalho.

O Tejo também já teve a sua colónia, mas em meados dos anos sessenta do sec. XX esses animais deixaram o rio definitivamente, devido ao elevado grau de poluição que, então, foi atingido. Por vezes, aparecem fugazmente nas águas do rio, principalmente na foz, mas nunca estabeleceram nova colónia.Em 1998, um grupo de cerca de 30 golfinhos, incluindo alguns juniores, subiu até ao Mar da Palha, tendo sido, nessa altura, motivo de espanto para quem os viu e ouviu.

No Brasil
No Brasil podem ser encontrados ao longo de toda a costa até ao extremo Sul do país.

Alimentação
Os golfinhos em geral alimentam-se de peixes, pequenos cefalópodes e crustáceos.

Gestação
A gestação desta espécie dura cerca de 12 meses, findo os quais nasce uma cria que mede em média cerca de 1 metro.

Tamano, peso e esperança de vida
Um golfinho desta espécie pode atingir os 4 m, pesar 250 kg e viver cerca de 40 anos.







Lobo Marinho

Lobo marinho
Lobo marinho
© Tom Fake (Mammals of Kaloko-Honokohau National Historical Park)
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Nome científico: Monachus monachus

Distribuição
Em Portugal, o lobo marinho está limitado a uma zona nas Ilhas Desertas, no arquipélago da Madeira. Esta espécie, conhecida por foca-monge, existe ainda em pequeno número na Costa Africana e em vários territórios no Mediterrâneo, principalmente na costa grega.

Na Madeira, esta espécie era, noutros tempos, muito frequentemente encontrada. Na altura em que as ilhas do arquipélago foram colonizadas pelos portugueses, um dos pontos onde se podia encontrar grande quantidade destes animais era a actual Vila de Câmara de Lobos, que deve a esse facto o seu nome.

Poucos animais
A caça permanente, durante muitos anos, foi o motivo de estes animais quase terem desaparecido.

No final do século passado, esta colónia estava em declínio acentuado. Entretanto, a intervenção e a protecção a que foi sujeita levou a que, nos últimos anos, o número de indivíduos tenha aumentado, levando a um cenário bem mais animador. Não obstante continue a ser necessário monitorizar e acompanhar este grupo, para que o trabalho arduamente desenvolvido por alguns não seja perdido a qualquer momento, e para que esta espécie se mantenha observável em território nacional.

Neste momento, o grupo conta já cerca de 25 animais, ao passo que, no momento em que foi protegido, não atingia os 10 elementos.

A soma de todos os animais desta espécie, a viver em estado selvagem, nas colónias existentes e monitorizadas, já não deve atingir os 500 animais.

Tamanho e peso
Uma foca desta espécie, pode atingir os 3,5 metros e pesar mais de 300 quilos.

Esperança de vida
Os lobos marinhos, a viver em liberdade, podem ter uma esperança de vida que rondará os 30 anos.








Narval

Narval
Narval
© Flip Nicklin (Savci.upol.cz)
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Nome científico: Monodon monoceros

Outros Nomes
Baleia unicórnio

Distribuição
O narval só habita as águas frias junto ao Círculo Polar Ártico, acima dos 70º Norte de latitude, ou seja, a Norte da Islândia. Ocasionalmente, foram registadas presenças destes animais noutros pontos da costa europeia, e mesmo no Mar Mediterrâneo, mas ao contrário do que é habitual, eram animais solitários, provavelmente perdidos, já que normalmente vivem em grupos que têm entre 5 e 10 elementos.

Alimentação
A base da dieta do narval são peixes e cefalópodes, que procura em águas muito profundas, já que estes animais atingem com muita facilidade profundidades superiores a 1000 metros.

Estado de conservação
Não existem dados concretos para se classificar o seu estado de conservação, estando contudo a ser feito um levantamento do número de animais para classificar rapidamente esta espécie, como forma de a proteger, se for caso disso.

Gestação e maturidade sexual
A maturidade sexual do narval ocorre entre os 48 e os 72 meses, para ambos os sexos.
A gestação desta espécie dura em média 13 meses, podendo ir até aos 15, findos os quais nasce normalmente apenas um cria. Porém, não é raro ocorrer uma gravidez múltipla e nascerem dois bebés.

Tamanho
Os narvais medem entre 4,00 e 4,80 metros, sendo as fêmeas geralmente um pouco mais pequenas que os machos. O chifre dos machos, em espiral, pode atingir metade do comprimento total do animal, e em média em 2/1000 casos existem 2 chifres.
Um macho desta espécie pode atingir, em adulto, os 1600 kg. Já as fêmeas raramente ultrapassam os 1200 kg.

Longevidade
Estima-se que a esperança de vida desta espécie seja superior a 50 anos.





Orca

Orca
Orca
© Web
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OrcaOrcaOrca
Nome científico: Orcinus orca

Outros nomes
Baleia assassina, apesar de pertencer à família dos golfinhos.

Distribuição
As orcas podem ser encontradas em todos os oceanos do planeta e também em muitos mares mais pequenos, como o Mediterrâneo, onde esta espécie costuma fazer investidas até às Ilhas Baleares.
No entanto, evitam as águas mais cálidas das proximidades da linha do equador e aparecem com menor frequência no Oceano Pacífico. Demonstram gostar bastante mais dos mares frios junto aos círculos polares ártico e do antártico.
No que respeita à distribuição pelo planeta é, curiosamente, a segunda espécie animal, logo a seguir ao Homem.

Alimentação
A base da dieta das orcas são as focas. No entanto, demonstram não ser esquisitas com o que comem, e apanham aves, tartarugas, peixes de todos os tamanhos, incluindo alguns tubarões, moluscos e cefalópodes. Ocasionalmente, atacam algumas espécie de baleia, e daí advém o seu nome de guerra, «assassina de baleias», que depois foi alterado popularmente para «baleia assassina».
Quando adultos, estes animais podem ter de encontrar entre 200/250 quilos de alimentos por dia cada um.

Estado de conservação
O estado de conservação desta espécie é quase ameaçada, pensando-se existirem cerca de 100.000 animais espalhados por todos os mares do mundo. O número de orcas sofreu uma redução alarmante nos últimos anos, pelo que comunidade cientifica está atenta e preocupada e a tentar combater as causas deste decréscimo acentuado, que são a caça, o desaparecimento de alimento em quantidade e a poluição.

Gestação e maturidade sexual
As fêmeas atingem a maturidade sexual após os 8 anos, embora a primeira cria surja muitos anos depois. Os machos atingem essa maturidade muito mais tarde, por volta dos 15 anos.
Estas diferenças podem estar relacionados com o facto de os grupos de orcas serem sociedades marcadamente matriarcais e familiares, onde as fêmeas desempenham papel preponderante durante toda a sua vida.
Estes grupos familiares podem ter constituições diferentes, dependendo até da zona do planeta onde vive o grupo. Contudo, podem juntar de 12 a 50 animais, e em cada zona os grupos são mais ou menos semelhantes.
A gestação nesta espécie dura em média doze meses, embora aconteça demorar mais um pouco em algumas fêmeas. Findo esse tempo, nasce apenas uma cria, com cerca de 2,5 metros e que pode pesar quase duas centenas de quilos.

Tamanho
Os machos desta espécie, apesar da sua menor importância no grupo, são significativamente maiores e mais pesados que as fêmeas, podendo atingir os 9,5 metros e pesar cerca de 7500 kg, já elas dificilmente ultrapassam os 8,5 metros e os 5000 kg.

Longevidade
Dada a grande distribuição desta espécie pelo planeta, a esperança de vida destes animais varia muito, dependendo da zona onde encontra. Pensa-se que os machos possam viver entre 40 a 50 anos e as fêmeas até aos 90.

Peixes

Peixes

Arlequim

Arlequim
Arlequim
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Arlequim
Nome científico: Rasbora heteromorpha

Outros nomes
Rasbora

Origem
Originário do sul da Ásia, Malásia, Tailândia e Sumatra.

Em comunidade
É um peixe bastante pacífico, o arlequim vive com facilidade em aquários comunitários. No entanto, prefere a companhia de mais um ou dois elementos da sua espécie, para criar um pequeno cardume onde se sente seguro.

PH
A sua facilidade em superar variações no pH da água do aquário torna-o um peixe especialmente atractivo para iniciados. No entanto se pretende fazer reprodução, o que não é fácil, deve ter um PH 5,5-6,5.

Tamanho
Comprimento quando adulto: 4,5 cm

Temperatura da água: 26 a 28 ºC








Barbo palhaço

Barbo palhaço
Barbo palhaço
© Akwa Foto (Akwa Foto)
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Nome científico: Barbus everetti

Origem
Originário do sudoeste asiático Singapura e Bornéu.

Territorial
O barbo palhaço é um peixe muito popular devido à sua coloração alegre.
Por vezes, torna-se agressivo à medida que cresce, tendendo a defender aguerridamente o seu território.
O barbo palhaço deve viver em comunidade com outros peixes da mesma espécie, para não se tornar um problema no aquário.

Tamanho
Comprimento quando adulto: 13 cm

Água
Temperatura da água: 24 a 28 ºC







Betta

Beta
Beta
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Beta fêmeaBeta macho vermelhoBeta macho azul
Nome científico: Betta splendens

Outros nomes
Peixe de briga

Origem
Originário da Tailândia e da Malásia, este belo peixe deve ser introduzido no aquário com algumas precauções.
No estado selvagem os machos são menos vistosos do que aqueles que chegam ao circuito comercial, estes jã são resultado de várias selecções durante algumas gerações.

Combatentes
As fêmeas betas são inofensivas, mas os machos são agressivos para com os outros da mesma espécie, chegando a lutar até à morte.

No Oriente são feitos combates combinados com peixes machos destes, as apostas são avultadas, mas continuam a existir sem que alguém lhes ponha fim.

Desde que não haja mais do que um macho beta no aquário comunitário, não há problema de maior.

Tamanho
Em adultos, atingem os 8 cm

Água
Temperatura da água: 26 a 28 ºC







Colisa

Colisa
Colisa
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ColisaColisa
Nome científico: Colisa lalia

Origem
Originário da Índia, o colisa é quase indispensável num aquário comunitário.

Resistente
Muito resistente às mudanças de temperatura e às condições químicas da água, é também extremamente pacífico em contacto quer com peixes da mesma espécie, quer com outros em aquário comunitário.

Por estas razões, é uma óptima escolha para iniciados, também ,porque a reprodução é facil e pode acontecer num pequeno aquário.

Tamanho
Em adultos, atingem os 6,5 cm

Água
Temperatura da água: 26 a 30 ºC







Coridora

Coridora
Coridora
© Johnny Jensen
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CoridoraCoridora
Nome científico: Corydora sodalis

Origem
Originário da América do Sul, o coridora é um pequeno peixe completamente pacífico e essencial em qualquer aquário, para limpar o fundo de excessos de comida.

Há muitas variedades diferentes de coridoras, podendo encontrar-se algumas delas em quase todas as lojas da especialidade.

Tamanho
Comprimento quando adulto: 5 cm

Água
Temperatura da água: 24 a 28 ºC








Disco castanho

Disco
Disco
© El Acuarista
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Disco
Nome científico: Symphysodon aequifasciata

Origem
Considerado por muitos um dos mais belos peixes de aquário, o disco é originário da Bacia Amazónia brasileira.

Sensível
Os discos podem viver em aquários comunitários, mas a sua dimensão em adulto e a sua necessidade de aquários fundos desaconselham esta utilização.
Também o facto de serem muito sensiveis a doenças a que outros peixes são imunes desaconselha a sua presença em aquário comunitário.

O mais recomendável, se pretende possuir um destes belos peixes, é optar por um aquário em exclusivo para ele, a reprodução desta espécie é bastante difícil.

Tamanho
Comprimento quando adulto: 18 cm

Água
Temperatura da água: 26 a 28 ºC








Escalar

Escalar
Escalar
© www.thetropicaltank.co.uk
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EscalarEscalar
Nome científico: Pterophyllum scalare

Origem
O Escalar também conhecido por Acará Bandeira é uma espécie com origem na Bacia do Amazonas.

Aquário
Apesar de poder viver em comunidade, e é um peixe muito pacifico, prefere viver em aquários apenas com a sua espécie, onde se sente bastante protegido.

Esta espécie demonstra uma grande resistência e longevidade.

Aquário
Estes animais chegam a medir 15 cm, por esse motivo necessitam de um aquário médio/grande, com bastantes plantas.

Carisma
Para muitos aquarofilistas este é o Rei do aquário e o peixe eleito.

Este peixe não tem uma cor especifica e característica, havendo muitas colorações encontradas.

Tamanho
Comprimento quando adulto:15,0 cm

Água
Temperatura da água: 24 a 28º









Espada

Espada
Espada
© Hans A.Baensch
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EspadaEspada
Nome científico: Xiphophorus helleri

Origem
Originário da América Central, entre o Sul do México e a Guatemala. O espada deve o seu nome à característica cauda que ostenta.

Sociável e resistente
É um peixe muito sociável, que gosta de viver em pequenos grupos de um macho e duas ou três fêmeas. É também um peixe muito resistente que sobrivive a algumas alterações da água que seriam fatais para outras espécies.

Reprodução
Os espadas reproduzem-se com muita facilidade e também com muita frequência, com um taxa de sobrevivência elevada.

O aquário
O espada é saltador por natureza, pelo que necessita de ter sempre o aquário tapado.
Pelo seu tamanho, é um peixe indicado para aquários de média/grande dimensão.

Tamanho
Comprimento quando adulto: 13 cm

Água
Temperatura da água: 24 a 26 ºC








Guppy

Fêmea guppy
Fêmea guppy
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GuppyGuppyGuppy
Nome científico: Poecilia reticulata

Origem
Originário da América do Sul, principalmente da bacia do Amazonas, este pequeno peixe faz a delícia dos criadores pelas suas magnificas cores e longas barbatanas caudais dos machos.

No aquário
Muito pacífico, deve viver em grupo. Apesar de poder viver em aquário comunitário com toda a segurança, um aquário só com guppys fica magnifico e permite fazer reprodução com muita facilidade e frequência.
Para os iniciados é um excelente peixe, barato, resistente e entusiasmante.
Este pequeno peixe dá uma enorme alegria e cor ao seu aquário.

Dimorfismo sexual
As fêmeas, extremamente férteis e de maior porte, são menos coloridas do que os machos e não possuem a longa e maravilhosa cauda que caracteriza esta espécie.

Tamanho
Em adultos os machos atingem os 3 cm e as fêmeas os 6 cm.

Água
Temperatura da água: 24 a 26 ºC.








Molly

Molly
Molly
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MollyMollyMolly
Nome científico: Poecilia latipinna

Outros nomes
Mollienesia ou moli

Origem
Originário da América do Norte, desde a Carolina do Norte até ao Yucatam.

Hábitos
Tem fama de não ser o peixe mais sociável para ter em aquário comunitário, mas também não é exactamente um assassino dos mares, como alguns pretendem fazer crer.

São peixes visualmente muito agradáveis, existindo duas variedades, uma alaranjada e outra negra.

Tamanho
Comprimento quando adulto: 12 cm

Água
Temperatura da água: 24 a 28 ºC
Gostam de um pouco de sal na água, que deve ser evitado em aquários comunitários, por haver peixes que não o toleram.






Néon

Néon
Néon
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Néon
Nome científico: Paracheirodon innesi

Outros nomes
Tetra néon

Origem
Originário dos rios do Peru e do Brasil.

Hábitos
Este peixe é perfeito para aquários comunitários.
Para além de ser muito pacífico, gosta e deve viver sempre com outros elementos da mesma espécie, de preferencia mais de 6, o que dá um colorido muito agradável e movimento constante ao seu aquário.

Tamanho
Comprimento em adulto 4cm

Água
Temperatura da água 24º a 26º









Olho de fogo

Olho de fogo
Olho de fogo
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Olho de fogo
Nome científico: Hemigrammus ocellifer

Origem
Originário da América do Sul, principalmente da Guiana e da Bacia do Amazonas.

Hábitos
É um bom peixe para aquários comunitários.
Muito sociável, gosta de viver em grupos de vários elementos, os seus olhos sobressaem dando-lhe o nome.

Tamanho
Comprimento em adulto 4cm

Água
Temperatura da água 23º a 28º









Tetra cardinal

Tetra cardinal
Tetra cardinal
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Tetra cardinal
Nome científico: Paracheirodon axelrodi

Origem
Peixe originário da Bacia Amazónica.

Para criadores experientes
Estes peixes não são dos melhores para iniciantes.

Esta espécie é muito susceptível a alterações na água e tem uma mortalidade muito elevada.

Também a reprodução é práticamente impossivel fora do seu ambiente natural, o que pode ser desanimador para quem os adquire com esse intuito.

Se adquirir peixes destes nunca compre só um, compre 4 ou 5 para facilitar a sua adaptação ao aquário, que deve ser bastante plantado, ter muitos esconderijos e ter peixes de dimensão semelhante.

Tamanho
Comprimento em adulto 4,5cm

Água
Temperatura da água 22º a 24º








Tubarão bala

Tubarão bala
Tubarão bala
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Nome científico: Balantiocheilus melanopterus

Origem
Peixe Originário do Sudoeste Asiático.

No aquário
Excelente para viver em aquário comunitário, pois apesar do seu nome é bastante pacifico.

Tende a ser um peixe nervoso e que se movimenta em grande velocidade.

Belo peixe, com uma silhueta muito bonita, a sua cor prateada, com a ponta das barbatanas e cauda pretas, torna-o num peixe muito apreciado.

Tamanho
Comprimento quando adulto 30 cm

Água
Temperatura da água 26º a 28º

Terça-feira, 4 de Março de 2008

Animais selvagens

Ocapi

Ocapi
Ocapi
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Nome científico: Okapia johnstoni

Distribuição
Os ocapis só são encontrados nas florestas do Nordeste do Congo, em altitudes compreendidas entre os 500 e 1000 metros. Ocasionalmente, podem subir a maiores altitudes, mas regressam sempre passado pouco tempo.

Alimentação
Estes animais alimentam-se de folhas e bagas de algumas árvores ou arbustos, e também de muitos tipos de vegetação rasteira que as florestas tropicais proporcionam.

Estado de conservação
Em perigo. Estimam-se em 5000 os animais a viver em liberdade e mais cerca de uma centena em cativeiro.

Gestação e maturidade sexual
O tempo de gestação desta espécie é de cerca de 440 dias, findos os quais nasce em regra apenas uma cria. A maturida sexual é atingida por volta dos 3/4 anos.

Tamanho
Os ocapis podem atingir um comprimento de 2,5 metros, uma altura de 1,7 metros e pesar 300kg.

Longevidade
Os ocapis podem atingir os 30 anos em cativeiro. Em liberdade, a sua esperança de vida rondará os 20 anos.





Aves

Arara

Araras
Araras
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AraraArarasAraras
Distribuição
Esta ave tem a sua origem na América Central e na América do Sul.

Hábitos
Trepadora por natureza, a Arara gosta de ter poleiros resistentes ou paredes rochosas, onde possa usar toda a força que tem nas patas.

Comportamento
Brincalhona e afável, é uma óptima companhia para toda a família, ao contrário de outras, que elegem um dono apenas.
Para quem pensa adquirir um animal destes, é bom saber que estas aves se tornam muito grandes em adultas, com cerca de 85cm de altura, e podem viver cerca de 40 anos.

Antes de adoptar
Mais importante que tudo isso é o facto de poder estar a entrar em extinção, devido ao grande número de exemplares capturados e à crescente desmatação a que se vem assistindo nesta área do globo.Portanto, se pretende adquirir um animal desta espécie, saiba de onde vem, se de um criador certificado, e aí recomendamos a sua aquisição, ou se foi capturada na natureza, e aí, não só deve negar a sua aquisição, como informar as autoridades competentes, este é um dever que todos temos, para não alimentar um negócio sem regras e proibido pelas leis internacionais.

Este é um animal que necessita de acompanhamento rigoroso. Quando se sentem sozinhas arrancam as penas do corpo, ficando com vastas áreas completamente descobertas.

Alimentaçãoem cativeiro
A sua alimentação em cativeiro deve ser feita à base de amendoim, girassol e milho verde. Como suplemento alimentar, gostam de comer fruta, particularmente banana, mamão e coco, e algumas destas aves apreciam alguns gomos de laranja, se bem que esta possa ter algum efeito negativo no aparelho digestivo.

Desaconselha-se vivamente manter estas aves fechadas em gaiolas.

Tamanho
Tamanho médio em adulto: 75cm.





Águia real

Aguia real
Aguia real
© State of South Dakota
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Águia real
Nome científico: Aquila chrysaetos

Distribuição
Esta ave pode ser encontrada desde a Europa Ocidental até à Ásia e ao Norte de África, podendo também ser encontrada em grande parte da América do Norte
A águia real vive preferêncialmente nas terras altas e montanhosas, podendo (por enquanto...) ainda ser vista em algumas serras de Portugal, voando em círculos, em busca da sua presa.
O melhor local para ainda observar esta ave, é o interior Norte do país. Ocasionalmente pode ser avistada no Alentejo ou mesmo no Algarve, mas será muito difícil ter esse vislumbre.

As águias reais podem ser observadas com mais facilidade no Parque Natural do Douro Internacional.

Perigos
Estas aves podem já estar extintas na Serra do Gerês e poderá nesta altura ameaçada a sua continuidade nos céus portugueses, principalmente pela caça que lhe foi, e continua a ser, movida por caçadores ilegais sem escrúpulos.
Os postes de alta tensão e as torres metálicas que os transportam também têm sido motivo de muitas mortes.
Por fim, também o envenenamento de muitas aves vem aumentar a desaparecimento acelerado desta espécie.

Tem sido feito um enorme esforço no sentido de sensibilizar os habitantes destas zonas e os caçadores para a importância destas aves, tentando assim minorar estes perigos e pelo contrário contar com a colaboração das populações na preservação das aves de rapina.

Alimentação
A sua visão é excelente, permitindo ver ao pormenor tudo o que mexe no chão. As sua presas são ratos, coelhos e, pontualmente, répteis. O círculo descrito pela águia real serve para observar cuidadosamente cada palmo de terra por baixo de si. Se, eventualmente, algum dos animais que caça se encontrar por lá, atacará em voo picado, de forma decidida, deixando pouco espaço de manobra à sua presa.

Para se manter no ar, a águia aproveita as correntes térmicas, que lhe permitem planar sem qualquer esforço durante algumas horas. Usa a sustentação que as suas asas lhe proporcionam de forma magnífica, batendo-as apenas para se manter na altura desejada.

Reprodução
As águias reais fazem os seus ninhos nas encostas das serras, ou no topo de algumas árvores.
Chegada a época da reprodução, põe dois ovos, que choca durante 38 dias.
Após a eclosão das crias, a alimentação das mesmas é partilhada pelo casal.






Tucano

Tucano
Tucano
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TucanoTucanoTucano
Origem
Esta ave tem origem nas florestas tropicais da América Central e do Sul, sobretudo na Amazónia.

No entanto, é possível encontrá-lo num vasto território, que vai até ao Norte da Argentina, até porque existem várias espécies desta ave ao longo desta área, e a todos se dão o correntemente o mesmo nome.

A ave
Belissima ave, com um bico único no mundo, grande e colorido, ganhou admiradores por todos os continentes.
Apesar de grande, forte e poderoso, o seu bico não é pesado, já que é formado por uma estrutura óssea alvéolar, que o torna leve, não tendo qualquer interferência no seu vôo.
O bico serve, sobretudo, para agarrar e descascar frutos que encontra nas árvores e que são a base da sua alimentação, e para agarrar pequenos répteis, que também gosta de comer.

Perigos
Começa a causar alguma preocupação entre os biólogos o facto de ter vindo a ser capturado para fins comerciais com muita intensidade, o que levou ao seu desaparecimento em algumas áreas.

Este comércio ilegal, provocou a morte de muitos exemplares jovens, durante o transporte para locais do mundo muito distantes, em condições muito precárias.
Apesar disso, presume-se estar longe da extinção.

O seu comprimento pode atingir os 65 cm, contando com o bico, que só por si chega a medir 20 cm.

Um Tucano pode viver cerca de 20 anos






Avestruz do Norte de África

Avestruz
Avestruz
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Avestruz
Nome científico: Struthio camelus

Outros nomes
Avestruz de pescoço vermelho.

Distribuição
Esta espécie pode ser encontrada em África, na zona subsaariana entre linha do Equador e o Trópico de Caranguejo, desde a Costa Ocidental do continente até à Costa Oriental

Alimentação
As avestruzes são omnívoras, alimentando-se principalmente de ervas e capim. Os pequenos insectos também fazem parte do menu desta espécie, principalmente as formigas e os gafanhotos, que podem ser encontrados com muita frequência nesta zona do continente.

Estado de conservação
Pouco preocupante, o número de aves desta espécie tem-se mantido estável e, em algumas zonas, até aumentou ligeiramente.
Estas aves vivem normalmente em grupos que têm entre 3 e 5 elementos.

Reprodução
O macho faz um ninho no chão onde as várias fêmeas do seu harém põem os ovos, cerca de 15 cada uma. Terminada a postura, os ovos são chocados pelo macho durante a noite e pelas fêmeas no período diurno, durante cerca de 42 dias - o dobro das galinhas, por exemplo. Os ovos desta espécie podem pesar até 1,5 kg e medir 15 cm.

Tamanho
As avestruzes medem entre 1,8 e 2,5 metros e pesar 130 kg, são as maiores aves existentes no planeta. Não voam, mas correm a grande velocidade, podendo atingir um pouco mais que 60 km/h.

Longevidade
Esta ave tem uma esperança de vida que ronda os 60 anos.


Sábado, 1 de Março de 2008

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Animais

Gatos

Persa

Gato persa
Gato persa
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Gato persa
O gato Persa tem, como o nome indica, origem na antiga Pérsia, o actual Irão.
Esta é, possivelmente, a raça de gatos mais conhecida em todo o mundo.
Charmoso, afável, brincalhão e, acima de tudo, cativante, este felino de pêlo comprido tem conquistado admiradores em todo o mundo.
O seu característico focinho achatado, marca a diferença em relação às outras raças, que por regra têm o focinho bem mais afilado.
O Persa é depois dividido em outros subgrupos, sendo por isso vulgar encontrar um persa com outra denominação.
A este gato é permitida uma vasta gama de cores, embora os mais comuns sejam os brancos.






Siamês

Miss
Miss
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Gato siamês
Gato com origem na Ásia, provavelmente na actual Tailândia.
A raça tem sido apurada na Grã Bretanha desde os finais século XIX, de onde espalhou para os quatro cantos do mundo.
Como todos os gatos, o Siamês é astuto, observador, e independente.Quando lidamos com esta raça, devemos levar em consideração uma personalidade muito forte e o facto de ser muito ciumento, o que por vezes os torna algo agressivos com os desconhecidos.
No entanto, com os donos é sociável, carinhoso e brincalhão.
Cor mais comum: castanho muito claro com máscara, rabo, orelhas e patas castanhas escuras, existindo outras tonalidades menos vulgares.






Grandes felinos

Chita

Chita
Chita
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ChitasChitasChita
Nome científico: Acinonyx jubatus

Distribuição
As chitas podem, neste momento, ser encontradas no Centro e Sul do continente africano. Este animal já foi presença frequente no Médio Oriente e em alguns territórios asiáticos, embora actualmente seja muito raro avistá-lo nestas paragens.

Solitária
Ao contrário de outros felinos africanos, a chita é um animal solitário, que só se faz acompanhar pelos filhos, se os tiver. Os irmãos também se mantêm juntos durante algum tempo após a mãe considerar que estão preparados para viverem sozinhos.

Velocidade
A chita é um animal extremamente veloz. Apresenta características morfológicas diferentes de outros felinos, nomeadamente, as suas unhas não são retracteis, e todo o seu corpo é músculo moldado para ser um velocista, não utilizando a força como maior trunfo.
O seu tamanho corporal limita o tamanho das presas que a chita consegue caçar, mas a sua velocidade permite que apanhe presas que também sejam muita ágeis.
Sendo o animal terrestre mais veloz, chega a atingir os 110 km por hora, e nunca pode fazer corridas superiores a 10 segundos. Por este motivo, a chita tem de caçar à primeira, pois se falhar vai ter de esperar até que a sua temperatura volte ao normal para poder voltar a perseguir uma presa. Assim, a chita escolhe uma vítima em campo aberto, e vai lentamente tentar uma aproximação, alheando-se de todos os outros animais, para aumentar a probabilidade de sucesso. Se chegar ao ponto de achar que vai ser bem sucedida, tentará então um ataque de surpresa.
As prezas favoritas das chitas são as gazelas e impalas, que consegue arrastar com facilidade e que permitem não sofrer muitos danos físicos, se eventualmente falhar.

Perigos
Dada a sua estatura e o facto de viver de forma solitária, a chita encontra muitos carnívoros, nomeadamente as hienas, que sistematicamente vão tentar levar a sua presa. Então, quando caça, leva a presa para uma zona mais protegida e de onde possa observar os movimentos em seu redor para mais facilmente poder defender-se.

Reprodução
As chitas têm ninhadas de dois ou três filhotes, e a gestação dura cerca de 90 dias. A mãe amamenta as crias em exclusivo até estas terem cerca de 60 dias, depois e até aos seis meses caça sozinha para eles e por volta dessa altura começa a ensiná-los a caçar. Até aos dois anos, caçam e vivem juntos, e quando a mãe acha que estão preparados para sobreviver sozinhos, desaparece para nunca mais voltar. As jovens crias permanecem ainda juntas durante alguns meses, mas progressivamente vão-se afastando e criando os seus próprios territórios de caça.

Tamanho, peso e esperança de vida
As chitas medem em média 1,30 de comprimento, 75 cm de altura e pesam cerca de 50 kg.
A sua esperança de vida é de 20 anos.







Ligre

Ligre
Ligre
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LigreLigre
Outros nomes
Liger

Criado intencionalmente
O ligre não existe na Natureza, é um animal criado pelo homem como resultado de cruzamentos intencionais entre leões e tigres. Estamos assim perante um híbrido, que, por esse motivo, é quase sempre estéril. Apesar de ainda não se saber muito sobre esta criatura, tudo indica que, dadas as suas características, se vai tornar o maior felino conhecido.

Neste cruzamento, ao que parece, o gene que determina o tamanho perde-se, crescendo então estes animais de forma inusitada, podendo atingir uma altura corporal de 1,30 m e um comprimento de 2,60 m e pesar mais de 400 kg!

Cruzamentos
Têm sido feitos cruzamentos de pai leão com mãe tigre, e também o inverso, pai tigre e mãe leoa. Ao que parece, os animais resultantes destes dois tipos de acasalamento têm características físicas bastante diferentes, principalmente no tamanho e na coloração do corpo. Podem nascer animais com a coloração típica dos tigres mas com juba de leão, ou um animal que dificilmente se identifica com o tigre ou com o leão, já que apresenta simultaneamente semelhanças com ambos.

Aberrações
Os poucos animais que não nascem estéreis são ainda cruzados entre si, dando origem a verdadeiras aberrações de felinos.

Como pouco se sabe sobre os resultados já conseguidos não vamos, porque não podemos nem queremos, exceder-nos em mais comentários, esperando haver mais informação nos próximos anos, para então conseguirmos fornecer melhores esclarecimentos.




Tigre

Tigre
Tigre
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TigreTigreTigre branco
Nome científico: Panthera tigris

Origem
Antigamente, o tigre vivia numa vasta área que ocupava todo o território asiático. Porém, hoje está restrito a alguns territórios na Índia, Sibéria e Indonésia.

Espécie em perigo
A caça de que foi alvo durante séculos levou este animal quase à extinção, não restando, neste momento, mais de 5000 animais a viver em liberdade.

No entanto, haverá bastantes mais animais a viver em cativeiro, pelos circos e zoos de todo o mundo.
Se é verdade que nos parques zoológicos os tigres são bem tratados e o investimento na sua manutenção e reprodução é grande, nos circos isso nem sempre é verdade e em regra são mantidos em espaços exíguos com muito poucas condições.

Alimentação
Estes animais necessitam de comer uma grande quantidade de carne por dia, em média cerca de 30 kg de alimento.
Da sua alimentação favorita fazem parte cervídeos, búfalos e outros bovinos, que lhes garantem muito alimento com uma única caçada, mas podem também atacar símios e javalis.

Ataques a humanos
Alguns casos relatados sobre tigres que atacam humanos podem estar relacionados com falta de presas, ou animais doentes que não conseguem fazer emboscadas a animais mais rápidos. No entanto, em alguns dos casos, estamos perante lendas que são transmitidas verbalmente de geração em geração e que servem para sobrevalorizar façanhas cometidas por alguém, não sendo por esse motivo muito levadas em conta.

Hábitos
Apesar de ser muito ágil, a sua grande dimensão e peso leva a que tenha alguns hábitos diferentes de outros felinos, já que, por norma, gosta de caçar durante a noite, fazendo-o raramente de dia, e ao contrário de outros, evita longos e desgastantes «sprints» para procurar a sua presa. Prefere fazer emboscadas, esperando pacientemente, em zonas que sabe serem de passagem das suas presas favoritas, ou procura zonas perto de rios e lagos, onde pode encontrar alimento com alguma facilidade.

O território
Os tigres são animais muito territorialistas, marcando o perímetro do seu território com o odor da sua urina. Se sentir que outro macho vai tentar conquistá-lo, lutará ferozmente para o defender e, se eventualmente perder o combate, lutará até conseguir uma vitória noutro território. Muitas destas lutas provocam ferimentos com grande gravidade, e muitos deles são mortais, já que, por um lado o tigre ferido não se poderá alimentar, por outro lado, rapidamente as infecções serão fatais.

Reprodução
As fêmeas tigre têm em média dois a três filhotes a cada três anos. A mãe amamenta os filhotes e, mais tarde, ensina-os a caçar, sendo que, com cerca de dois anos, os jovens tigres são entregues ao seu destino. O tempo de gestação destes felinos dura entre 100 e 108 dias.

Tamanho, peso e esperança de vida
Os tigres machos podem, em média, medir 2,50 m, ter 90 cm de altura e pesar cerca de 200 kg. As fêmeas são ligeiramente mais pequenas e leves.
Os tigres podem viver cerca de 20 anos, embora em cativeiro e com bons cuidados alimentares possam viver um pouco mais.






Leopardo

Leopardo
Leopardo
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LeopardoLeopardoLeopardo
Nome científico: Panthera pardus

Distribuição
O leopardo habita fundamentalmente em florestas tropicais e húmidas em África e na Ásia, com especial incidência na Índia. No entanto, também pode ser encontrado em zonas desses continentes com outros tipos de vegetação. A sua grande capacidade de adaptação permite-lhe ainda viver em territórios tão inóspitos como as montanhas do Afeganistão, as terras semi-desérticas do Médio Oriente, ou na savana africana.

Hábitos
Os animais desta espécie têm hábitos de caça predominantemente nocturnos. De dia, gostam de passar longas horas a dormir e a lavar a sua bela pelagem, refastelados nos troncos das árvores, que são especialistas em subir para manter a posse das presas. Estas são também levadas para as árvores, evitando assim que um qualquer grupo de necrófagos lhas roube. Por este motivo, os leopardos não caçam, por norma, animais muito grandes, optando por presas de tamanho médio, que podem também arrastar durante longos períodos. Da sua ementa habitual fazem parte antílopes, javalis, símios e pequenas peças de gado que, por vezes, rouba nas zonas em que há rebanhos, principalmente cabras. Os leopardos, apesar de serem animais muito ágeis, evitam fazer longas corridas atrás das suas presas, preferindo fazer emboscadas onde sabem que, provavelmente, vão ser bem sucedidos.

Reprodução
Quando chega a época da reprodução, os machos e as fêmeas fazem longas caminhadas, até encontrarem um parceiro disponível. Logo que é consumado o acto, afastam-se um do outro, ficando a fêmea com o ónus de alimentar as crias, até que estas estejam em condições de caçar e sobreviver sozinhas. A gestação de uma fêmea de leopardo dura cerca de 100 dias, e as ninhadas são constituídas, em média, por quatro filhotes.

Perigos
Por causa da sua pele, cuja venda é extremamente rentável, os leopardos foram e continuam a ser caçados por caçadores furtivos. Este factor levou ao seu quase extermínio em algumas zonas. Devido aos seus hábitos furtivos e ao facto de gostarem de viver em zonas muito arborizadas, não é possível fazer uma estimativa credível sobre a quantidade de indivíduos que vagueia por todos os territórios onde existem leopardos.
No entanto, sabe-se que em cativeiro a reprodução de leopardos é fácil e regra geral os filhotes sobrevivem sem grande dificuldade, o que é um bom indicador do que acontecerá na Natureza.

O leopardo é, de entre todos os grandes felinos, aquele que mais se parece com o gato doméstico: ágil, dorminhoco, brincalhão e extremamente cuidadoso com o seu pêlo.

Tamanho, peso e esperança de vida
Um leopardo pode medir cerca de 1,50 m, ter 80 cm de altura e pesar até 90 kg. A sua esperança de vida é de 30 anos, maior que a dos outros grandes felinos, em geral.





Lince-ibérico

Lince
Lince
© Salvate la Lince
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Lince
Nome científico: Lynx pardinus

Outros nomes
Cerval, lobo-cerval, gato-cerval, gato-cravo ou gato-lince

Distribuição
Esta espécie só se encontra na Península Ibérica, Portugal e Espanha.
Em Portugal esta espécie está prestes a ficar extinta. E este problema parece não ter retrocesso, tal é o ponto em que se encontra a situação desta espécie.

A sua distribuição geográfica faz-se por pequenos grupos a viver no Algarve, Vale do Guadiana, Serra de São Mamede, Vale do Sado e Serra da Malcata.

Perigo iminente
O lince ibérico é o carnívoro mais ameaçado da Europa eo felídeo mais ameaçado do mundo, e tudo isto acontece em Portugal, sem que haja verdadeiramente um plano de acção, nem verbas que permitam inverter esta tendência.

Actualmente, está reduzido a uma população que se resume a cerca de 30/40 animais, no máximo, a viver em liberdade.

Causas
O homem foi o principal responsável por este desaparecimento, devido à caça que lhe deu durante o último século.

O desaparecimento do habitat natural destes animais também foi acontecendo, não tendo sido, ao longo dos anos, minimamente salvaguardado pelas autoridades responsáveis.

Por último, a doença hemorragica viral, que dizimou as grandes populações de coelhos bravos, que eram o principal alimento destes animais, acabou definitivamente por criar o vazio em que agora se encontra.

O facto de os poucos animais existentes estarem dispersos por um longo território, leva a que não haja reprodução, e que o fim destes felídeos esteja próximo em território português.

Com o desaparecimento anunciado do lince ibérico, o territírio nacional deixa de contar com a presença de grandes felinos.





Roedores

Cão da pradaria

Cão da pradaria
Cão da pradaria
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Cão da pradaria
Nome científico: Cynomys ludovicianus

Origem
Este animal tem origem na América do Norte, ocupando uma área geográfica que vai do Alasca até ao norte do México. Apesar de se chamar cão, este animal é mais parecido com um esquilo, tanto em tamanho, como no aspecto físico.
Este simpático animal vive na Natureza em colónias de várias dezenas de indivíduos, podendo, em alguns casos raros, chegar às centenas.

Perseguido
Talvez por ser um animal demasiado curioso, tem sido perseguido e caçado com muita insistência. As suas terras vão sendo invadidas, para se transformarem em terrenos agrícolas, e este simpático animal tem de se retirar, pois quando isso não acontece, é caçado.

Colónias subterrâneas
As colónias desta espécie são subterrâneas, constituídas por um emaranhado de túneis que depois ligam várias salas onde verdadeiramente vivem e guardam os seus alimentos.
Uma toca é apenas uma das muitas portas que estas verdadeiras cidades subterrâneas tem, e tem vária utilizações. Uma delas é funcionar como regulador de temperatura, pois havendo várias tocas, o ar corre, mantendo todo o emaranhado de corredores e salas com uma temperatura ambiente agradável para esta espécie.

Outra, tem a ver com a necessidade de fuga, se algum intruso tentar invadir a colónia, todos os elementos do grupo conhecem as tocas, que funcionam como saídas, o que lhes dá vantagem perante o predador. Por outro lado, quando o perigo vem do céu, e os animais da colónia se sentem ameaçados, existem várias entradas para o refúgio no subsolo.

Na Natureza, esta espécie mantém, em permanência, um vigilante atento a tudo, enquanto os restantes elementos se abastecem de comida, ou brincam no solo. Se algum predador se aproximar, seja um cão, ou uma ave, esse elemento avisa todo o grupo, que em poucos segundos se esconde.

As colónias defendem aguerridamente o seu território, acontecendo por vezes que outros grupos tentam anexá-lo, e aí as lutas acontecem.

Também é frequente um jovem macho solitário tentar juntar-se para se tornar líder do grupo, sendo normalmente expulso pelos outros machos da colónia.

Animal de companhia
Como animal de companhia, a sua popularidade tem aumentado, já que é um animal muito meigo e brincalhão.
A sua reprodução é relativamente fácil, desde que tenha um macho e uma fêmea de proveniências diferentes e adquiridos enquanto jovens.

Alimentação
Adoram sementes e frutos secos, com facilidade encontra nas lojas da especialidade alimento de qualidade para estes roedores.
Para afiar os dentes, necessitam de troncos fortes e resistentes, que podem ser encontrados nas lojas de animais para esse fim.

Tamanho e eesperança de vida
O Cão da Pradaria pode atingir os 40cm e viver 8 anos.





Hamster Roboroski

Hamster Roboroski
Hamster Roboroski
© Rui Martins (CAPI - Clube dos Amigos dos Porquinhos da Índia)
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Nome científico: Phodopus roboroskii

Origem
O Hamster Roboroski é o mais pequeno animal domesticado conhecido, já que o comprimento do seu corpo não vai além dos cinco centimetros em média.
É uma espécie nativa do Norte da China e herdou o nome do seu descobridor.

Como animal de companhia
Ao contrário de outros roedores não há problema em se ter um casal, já que procriam muito raramente, sendo só sexualmente maduros por volta de um ano e produzem
apenas uma ou duas ninhadas durante toda a vida.

Esta pequena criatura, devido ao seu aspecto fofo, delicado e curioso, exerce um grande fascínio nas pessoas e desde há alguns anos que tem sido comum encontrá-lo em lojas de animais.

É uma espécie descoberta recentemente, pois era desconhecido até há uma centena de anos e só desde a década de 70 é que começou a ser criado em cativeiro.

O seu maneio não é simples, embora não seja hábito morderem, são criaturas que rapidamente tentam escapar da mão do dono se tiverem essa possibilidade. Devido ao seu tamanho e sua velocidade pode não ser fácil apanhá-lo de novo, pelo que é preciso ter cuidado quando se faz a limpeza das gaiolas.

Gaiolas
Como são bastante ágeis e esguios não se recomenda gaiola de barras, sendo o melhor é usar uma gaiola de plástico ou vidro que não tenha possibilidade de alcançar o topo, ou que esta esteja seguramente fechado, dado que como gostam de trepar é muito fácil depois escaparem.

Normalmente tem uma coloração dourada-alaranjada na cabeça e dorso, sendo branca ou acinzentada na
zona abdominal fazendo um contraste interessante. Normalmente tem uma mancha branca à volta do nariz, bem como uma zona branca que rodeia os olhos.

É um animal social, e que se habituado desde novo a conviver com outros da sua espécie pode fazê-lo em harmonia. No entanto uma vida solitária também não o deixa infeliz,emboraem grupo seja mais interessante de observar.
É um roedor nocturno, mas pode ter alguma actividade durante algumas fases do dia.
Tem um temperamento tímido, mas pode proporcionar horas de observação fascinante, dado que adora fazer exercicio numa roda, ou esgueirar-se por todos os recantos e tubos de
uma gaiola. É um execelente trepador e um mestre em se escapar da gaiola se por acaso lhe for dada oportunidade.

Alimentação
Em relação à alimentação, é parecida com a dos outros hamsters, consistindo em ração normal para hamster que se pode encontrar nas lojas de animais que deve estar sempre disponivel, acompanhada ocasionalmente de alguns vegetais.
Boas guloseimas para eles que podem ser proporcionadas de vez em quando são milho doce, cenouras e sementes de girassol que adoram.
Devem ter também um biberon de água com bola rotativa sempre disponivel.

Esperança de vida
Infelizmente, como a maioria das espécies dos hamsters o seu tempo de vida não é muito longo, podendo todavia chegar aos 3 anos. No entanto é sempre fascinante observá-los no seu pequeno mundo e conquistam-nos pelo seu aspecto terno e fofo.





Animais selvagens

Lobo

Lobo
Lobo
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LoboGrupo LoboLobos
Nome científico: Cannis lupus

Caracteristicas
Foi a partir do lobo que todos os cães evoluíram.

Actualmente, o lobo possui características marcantes que o separam do cão.

Curioso é o modo como bebem água, enquanto o cão utiliza a língua para trazer a água à boca, o lobo sorve a água como se fosse um aspirador. Algumas pessoas pensam que, em cada ninhada de lobos, um bebe como os cães, sendo depois abandonado pela mãe e afastado do resto da alcateia, e que alguns desses animais terão sobrevivido e dado origem ao cão, posteriormente, ao cão domesticado.


Os lobos vivem em alcateias que podem conter entre 5 e 10 elementos, dependendo do próprio núcleo familiar e da altura do ano.

Os lobos têm duas pelagens distintas, a de Inverno, mais densa, de maior comprimento e de cor acinzentada, que cai no início da Primavera. Nasce então uma pelagem mais curta, que fica até ao início do Inverno, com uma tonalidade de cor mais acastanhada, que lhe confere maior capacidade de camuflagem.

Em todas as alcateias há um líder, que é respeitado pelos demais e que guia todo o grupo pelo seu território.

Distribuição
Existem lobos em toda a Europa, no Norte e Centro da Ásia e na América do Norte.

Em Portugal, não são muitos os sítios onde podem ser encontrados lobos em liberdade. O Nordeste Transmontano talvez seja o local onde mais facilmente poderá ter um encontro com estes belos animais. Também é possível encontrar alguns lobos no Parque Nacional da Peneda Gerês e no Distrito da Guarda, na Serra de Leomil, embora se pense que poderão apenas existir aqui uma ou duas alcateias.

Contudo, em Portugal os lobos estão a atravessar uma fase de declínio e a sua sobrevivência está ameaçada. Este declínio começou com uma caça intensa a esta espécie, e nos últimos anos, tendo a caça sido proibida, surgiram os envenenamentos. Outro factor importante tem sido o facto de cada vez haver menos cervídeos em liberdade e essa era a sua maior fonte de alimento.

Os fogos florestais vão reduzindo o território e o número de presas, e os lobos passam então a ter de se alimentar de gado, sobretudo ovelhas, provocando enormes prejuízos aos pastores, que vêm assim os seus rebanhos dizimados. Apesar de estar contemplado que esses serão monetariamente recompensados pelos danos, o facto de os pagamentos demorarem muito tempo leva a que alguns achem que a única solução é acabar com os lobos nas suas zonas de pasto.

Pensa-se que, em território português, pode haver cerca de 200 lobos, talvez um pouco mais.

Os lobos não são uma ameaça para os humanos, pelo contrário, o Homem é que é um perigo para o lobo. A história do lobo mau não é mais que um velho conto infantil, criado com o objectivo de fazer prevalecer essa ideia.

Peso e esperança de vida
Os lobos, quando adultos, podem atingir cerca de 30 kg de peso e viver cerca de 15 anos.







Girafa

Girafa
Girafa
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GirafaGirafasGirafas
Nome científico: Giraffa camelopardalis

Distribuição
As girafas podem ser encontradas em todo o território do Centro e do Sul do continente africano.

Gosta de viver nas estepes e savanas, em amplos espaços, onde pode usar a sua maior arma, a velocidade. Para se defender só pode dar coices que, apesar de serem mortais se acertarem em alguém ou algum animal, são difíceis de aplicar quando corre em debandada.

O facto de ter de se agachar para conseguir beber água, faz com que a girafa seja extremamente vulnerável nessa altura e então os seus predadores, os leões, não perdem a oportunidade. Por esse motivo, as girafas vivem em grupos familiares que podem ter até 10 elementos e, destes, um dos adultos está sempre alerta enquanto os outros descansam, bebem água ou se alimentam, e estes animais têm um olfacto e visão dignos do seu tamanho!

Alimentação
Os longos pescoços e patas da girafas permitem que estes herbívoros comam só as folhas das copas das árvores, que são inacessíveis para outros animais, podendo aí escolher as folhas mais verdes e tenras.

Nas girafas, o macho é significativamente maior e mais robusto que as fêmeas, sendo por isso relativamente fácil distingui-los.

Gestação
O tempo de gestação das girafas ronda os 420 dias, nascendo posteriormente uma única cria, que é amamentada pela mãe. Ao resto do grupo cabe o papel de proteger a cria dos predadores, e as pequenas girafas têm alguns, entre eles o leão, a chita, a hiena e os cães selvagens africanos.

Tamanho e peso
Uma girafa adulta pode medir 4,00 m de comprimento, 6,00 m de altura e pesar cerca de 1200 kg.







Zebra

Zebra
Zebra
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Parque Regional da Cimalavera: zebrasZebrasZebra jovem
Nome científico: Equus burchelli antiquorum

Distribuição
As zebras habitam uma grande região, que vai da zona central do continente africano até ao extremo Sul do mesmo.

Juntamente com o gnu, é dos animais mais bem sucedidos da savana africana. Existem às centenas de milhar, espalhados por vários países, e nem as guerras que durante dezenas de anos martirizaram esta zona conseguiram pôr em risco a sua sobrevivência.

As zebras são herbívoros que vivem em grades manadas, pastando livremente pela savana. São das presas mais apetecíveis para leões, hienas e cães selvagens.
As riscas das zebras são características de cada animal, são como uma impressão digital que identifica cada indivíduo da espécie. Estas riscas servem como camuflagem para os predadores uma vez que, quando a manada está em movimento, as riscas destes animais provocam ilusão de óptica aos predadores que não conseguem assim identificar e isolar um animal. Mesmo assim, são caçadas aos milhares na savana africana, principalmente nas emboscadas montadas pelas leoas, que apanham cada animal que passa na sua zona e não o persegue individualmente.

A grande viagem
Todos os anos as zebras sentem o apelo da grande viagem pelo Serengueti. Quando chega a altura desse empreendimento, juntam-se às centenas de milhar e, juntamente com os gnus, partem para a grande caminhada para Norte, em busca de água e pastos mais verdes onde podem comer melhor, quer em quantidade, quer em qualidade.
Algumas, são vítimas dos predadores terrestres, outras, são vítimas da longa viagem, e outras ainda, dos crocodilos. Estes, avisados pelo troar de milhares de animais em aproximação, estão em alerta, e se a maioria das suas vítimas são gnus, também algumas zebras são apanhadas na matança que os crocodilos fazem nesta altura.

Gestação
As zebras têm uma gestação de aproximadamente 360 dias, da qual nasce por norma uma única cria. Só muito raramente acontecem partos múltiplos.

Peso, tamanho e longevidade
Uma zebra pode medir 2,20 m, ter 1,40 m de altura e pesar mais de 200 kg. A sua esperança de vida ronda os 30 anos.








Raposa

Raposa
Raposa
© Rollin Verlinde
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RaposaRaposaRaposa
Nome científico: Vulpes vulpes

Distribuição
As raposas habitam em toda a Europa, ilhas britânicas incluidas, Ásia, América do Norte e em algumas regiões do Norte de África e do Médio Oriente.
Existem também em grande parte do território australiano, excepto numa pequena zona do Norte, para onde foram levadas pelos colonizadores ingleses.

A raposa pode ser encontrada por todo o território de Portugal continental, apesar de ser um pouco difícil observar estes animais nas imediações das vilas e cidades.

Alimentação e hábitos
A raposa é um mamífero carnívoro. Pontualmente, e se a oportunidade surgir, torna-se necrófago. Os ovos também fazem as delícias das raposas, que procuram ninhos de aves silvestres no solo para comê-los.

São animais muito resistentes e com grande capacidade de adaptação. Como não são territorialistas, podem percorrer e adaptar-se a novos territórios, desde que estes tenham comida em abundância. O facto de ser um predador muito astuto, torna também fácil a sua adaptação a qualquer tipo de floresta.

Comem fundamentalmente pequenos roedores, coelhos e aves, como a perdiz.Nas zonas onde existe criação de capoeira, podem muitas vezes introduzir-se dentro das mesmas para aí caçarem as suas presas, criando dificuldades de vizinhança com os humanos por esse motivo.

A raposa é um animal de hábitos crepusculares e nocturnos, pelo que é relativamente fácil encontrá-la na beira das estradas ao anoitecer, embora, por ser muito fugidia, só se veja normalmente a sua característica cauda desaparecendo por entre a vegetação.

A raposa é uma espécie que pode ser caçada entre Outubro e Fevereiro. Como a sua carne não tem qualquer aproveitamento, esta caça serve apenas como troféu para o caçador. Dado o elevado número de animais ainda existentes, esta espécie não é favorecida com nenhuma protecção legal, apenas a proibição da sua caça durante parte do ano.


Tamanho e peso
As raposas podem atingir cerca de 1 m de comprimento e pesar até 10 kg.

Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008

Quer cuidar de animais???

Quer cuidar de animais??? Se quiser vá a este site:
Clique aqui para ir ao site.

Passatempos

Conheces bem os animais em Inglês?
Se conheces vai a estes sites prová-lo:
http://www.snaithprimary.eril.net/varcat.htm
http://www.snaithprimary.eril.net/varrod.htm
http://www.snaithprimary.eril.net/varmonk.htm

Sábado, 23 de Fevereiro de 2008

A rugir













Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008

Cães

Dálmata

Dálmatas
Dálmatas
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Dalmata
Origem : Dalmácia, nos Balcãs.

Cão de trabalho

Altura média quando adulto: 60 cm

Peso médio quando adulto: 25 kg

Cores mais comuns: Branco com manchas pretas e, ocasionalmente, branco com manchas castanhas.








Baixote

Baixote standard de pêlo raso
Baixote standard de pêlo raso
© Lintern@ute
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Baixote de pêlo compridoBaixote miniatura de pêlo cerdosoBaixote miniatura de pêlo cerdoso
Outros nomes:
Dachshund
Teckel

Origem:
Alemanha

Altura média quando adulto:
13 a 25 cm

Peso médio quando adulto:
Miniaturas 4 a 5 kg
Standard 7 a 11 kg

Cores mais comuns:
Vermelho, preto, bronze, castanho, chocolate, cinza, fulvo e arlequim.
Existem 3 tipos de pelagem; pêlo curto, pêlo duro e pêlo longo.

Esperança média de vida:
Entre 14 e 17 anos



Welsh Corgi Pembroke

Welsh Corgi Pembroke
Welsh Corgi Pembroke
© Małgorzata Miłaszewska (Wikipedia)
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Origem:
Grã-Bretanha

Altura média quando adulto:
25 a 31 cm

Peso médio quando adulto:
De 11 a 14 kg

Cores mais comuns:
Vermelho, castanho, areia, preto e castanho, com ou sem mancha branca no peito, pescoço e membros.

Esperança média de vida:
Cerca de 14 a 15 anos




Quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2008

Chita a caçar

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Animias de Quinta

Coelho

Coelhos
Coelhos
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Coelho
Nome científico: Orictolagus cuniculus

O coelho é um dos animais mais característicos da quinta. Ainda é possível encontrá-lo em liberdade, com muita facilidade, e é cada vez mais procurado como animal de companhia, mas é nos animais de quinta que melhor se enquadra.

Utilização
Aqui, a sua única utilidade é o aproveitamento da sua carne para alimentação humana.
Em alguns casos, a sua pele é usada na confecção de casacos, embora este aproveitamento dependa das tendências da moda.

Hábitos
O coelho é um roedor, portanto, roerá tudo aquilo que apanhar, sobretudo objectos de madeira. Chega também, com os seus aguçados dentes, a desfazer objectos de plástico.
Na quinta, o coelho vive na coelheira. Normalmente, os machos são separados das fêmeas logo que atingem a maturidade sexual, só sendo juntos com o propósito de fazer criação.

Alimentação
Os coelhos são alimentados com uma ração própria, comendo também feno que, para além de alimentação, serve como cama. Alguns criadores acrescentam ao seu menu cascas de cenoura e algumas plantas e ervas de que os coelhos gostam e é sabido que não lhes faz mal.
Dar plantas desconhecidas aos coelhos pode causar graves perturbações gástricas e causar a sua morte.

O ninho
Para fazer o ninho, a coelha escolhe um sítio na coelheira e utiliza o seu próprio pêlo para fazer um ninho bem quente para as suas crias. Estas, quando nascem, são desprovidas de pêlos, tornando-se assim muito vulneráveis.Os coelhos criados em cativeiro fazem sempre as suas necessidades no mesmo local, ficando desde logo esse local marcado para sempre.

Cores
Os coelhos domésticos podem apresentar uma série de cores, que vão do branco ao preto, passando pelos malhados de todas as cores.

Reprodução
A coelha tem um tempo de gestação de 30 dias e nascem entre quatro e seis crias.
Durante 20 a 30 dias, as coelhas amamentam os seus filhos, após o que estão prontas para conceber novamente.

Esperança de vida
Os coelhos podem viver cerca de 10 anos e pesar mais de 6 kg



Faisão

Faisão
Faisão
© João Madeira
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FaisãoFaisoaFaisão
Nome científico: Phasianus colchicus

Origem
O Faisão é uma ave originária do continente asiático, tendo sido introduzido na Europa na idade média, transportado pelos mercadores que faziam negócios com a Europa.

Cores garridas
O faisão tem feito as delícias dos criadores de aves de quinta. A sua plumagem de cores garridas, sobretudo nos machos, fazem desta ave um caso único de beleza.
Na Primavera, época do acasalamento, essas cores tornam-se mais vivas que nunca, sendo esta uma forma de os machos cortejarem as fêmeas.
Quanto às fêmeas, como em quase todas as aves, a sua plumagem é bastante mais discreta, sendo uma característica útil na Natureza, para se camuflar dos predadores.
Também em termos de constituição física as diferenças são consideráveis, já que, nesta espécie, o macho é significativamente maior que a fêmea.

Existem, espalhados pelo mundo, cerca de cinquenta espécies de faisões, em muitos bosques europeus existem exemplares a viver em total liberdade, já que, durante muitos anos, eram soltos na Natureza para depois se tornarem caça da realeza.
Com o passar dos anos, essa mesma caça tornou-se aberta a todos os caçadores.

Na culinária
O faisão, pelas características próprias da sua carne, tem uma grande reputação em termos culinários. Ainda hoje, a sua carne atinge valores muito altos, comparados com outras carnes de ave, como o frango ou o perú.

Hábitos
Na Natureza, a faisoa faz o seu ninho no chão entre folhas, por isso, na quinta, a fêmea tem tendência a adoptar idêntico procedimento, escondendo o ninho.

Quanto às dormidas, os faisões preferem troncos baixos, mas que lhes permitam estar fora do alcance dos predadores.

Em cativeiro
Em cativeiro, o faisão tem um comportamento de grande desconfiança para com os humanos. Habitua-se ao tratador, mas sempre que outra pessoa se aproxima, fica extremamente nervoso, e corre para os limites da capoeira, correndo depois em redor da mesma até ficar exausto. Inclusive, se o tratador fizer uma mudança significativa de roupa, e não obstante conhecer a sua voz, o faisão apresentará comportamento muito semelhante ao atrás descrito.

Alimentação
Os faisões alimentam-se de pequenos insectos, minhocas, frutos e sementes de vários cereais, portanto a alimentação é, em tudo, semelhante às outras aves de quinta de capoeira, nomeadamente, o peru e a galinha.



Pato

Patos
Patos
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PatoPatosPato
Origem
O tradicional pato branco, que encontramos nas quintas da Europa, tem origem na China continental, sendo conhecido como Pato de Pequim.

Alimento de qualidade
Na quinta, o pato é utilizado para a produção de carne e ovos.

A carne de pato é muito apreciada, e a sua grande procura para fins culinários levou a que este animal fosse criado em cativeiro, por todo o mundo.

Uma pata põe cerca de 100 ovos por ano. Estes ovos também encontram muitos interessados, já que há quem os procure em detrimento dos ovos de galinha, que são mais pequenos.

Hábitos
O pato, tal como o ganso, vive em regime de semi liberdade, comendo tudo o que encontrar desde caracóis, até rações e ervas.

Se na exploração houver um lago, ou passar um rio, os patos vão até lá, onde passam o dia alternando banhos com períodos de descanso ao sol.

Reprodução
As patas chocam entre 6 e 10 ovos que vão eclodir 30 dias depois do início do choco. São mães excelentes, passando o tempo a contar e juntar os filhos.

Longevidade
Um pato pode viver cerca de 15 anos e pesar mais de 6 kg




Vaca

Vaca
Vaca
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VacaVacaVaca masai
A vaca é talvez o animal mais representativo da quinta. É também aquele que, por norma, mais interesse desperta.

Utilização
Os agricultores que criam vacas fazem-no com duas intenções, produzir leite e, posteriormente, aproveitar os animais para a produção de carne.

Raças
Os melhores machos são aproveitados para reprodutores, os restantes são enviados para abate.
Em Portugal, há raças de vacas quase estritamente leiteiras, casos da Turina e da Frísia, e outras que são criadas fundamentalmente para abate e produção de carne, como as raças Mertolenga, Alentejana, Charolesa, Barrosã, entre outras, já que a qualidade da carne e os níveis de segurança destas raças em relação a doenças graves são elevados.

Existem ainda algumas raças autóctones que se encontram em perigo de extinção, por isso o governo Português tem dado subsídios para tentar manter essas raças com exemplares suficientes para evitar esse risco.

Como vivem
As vacas vivem geralmente num local que se chama vacaria, aqui dormem e comem o feno e as rações.
Na hora da ordenha, também é neste espaço, ou noutro imediatamente contíguo, que esta operação é realizada.

A vaca é um mamífero com úbere, que tem quatro tetas, por aí é extraído o leite. Actualmente, quase toda a ordenha é feita mecanicamente, embora algumas pessoas, as que têm poucas cabeças de gado, o façam geralmente da forma tradicional, à mão.

Durante o dia, se estiver bom tempo, as vacas vão até ao pasto, para tranquilamente pastarem alguma erva e fazerem um pouco de exercício.

Estômago
As vacas são ruminantes, o que significa que têm um estômago com quatro cavidades. Numa primeira fase, a vaca come sem mastigar e toda essa comida é enviada para uma cavidade própria. Passadas algumas horas, essa comida é regurgitada para a boca da vaca, onde é então lentamente mastigada e novamente engolida, para então, sim, ser feita a digestão.

Gestação
O tempo de gestação das vacas é de nove meses. Ao fim desse tempo nasce uma cria, a que se chama vitelo ou bezerro.
À semelhança do que acontece com os humanos, podem acontecer nascimentos múltiplos, mas não é o mais comum.

O estrume produzido pelas vacas é um bom fertilizante e pode ainda vir a ser utilizado como fonte de combustível, no futuro, estudos recentes apontam nesse sentido!

Produção
Uma vaca produz, em média, 20 L de leite por dia, havendo animais de raças de grande qualidade, que podem dar até 30 L.

Longevidade
Uma vaca pode viver cerca de 15 anos e pesar 600 kg.

Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008

qual gostas mais???
Leao
Leopardo
Jaguar
Chita
Lince
Tigre
Gato

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